Sexta-feira, 10 setembro 2010

FNE

Resolução do Secretariado Nacional de 8 e 9 de Setembro de 2010

FNE - Quinta, 09/09/2010 - 16:00
DESAFIOS PARA NOVO ANO LECTIVO ........................................................................ O Secretariado Nacional da FNE, na sua reunião de 8 e 9 de Setembro de 2010, procedeu a uma análise do início do ano lectivo e quer manter a expectativa de que o ano lectivo de 2010/2011 se venha a constituir como uma oportunidade para se tomarem medidas de efectiva consideração e valorização do trabalho realizado por todos os profissionais da educação, que reinstalem a confiança e a segurança no sistema educativo. Resolução do Secretariado Nacional de 8 e 9 de Setembro de 2010 ..................
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Resolução do Secretariado Nacional de 8 e 9 de Setembro de 2010

FNE - Quinta, 09/09/2010 - 15:54
DESAFIOS PARA NOVO ANO LECTIVO ........................................................................ O Secretariado Nacional da FNE, na sua reunião de 8 e 9 de Setembro de 2010, procedeu a uma análise do início do ano lectivo e quer manter a expectativa de que o ano lectivo de 2010/2011 se venha a constituir como uma oportunidade para se tomarem medidas de efectiva consideração e valorização do trabalho realizado por todos os profissionais da educação, que reinstalem a confiança e a segurança no sistema educativo. Resolução do Secretariado Nacional de 8 e 9 de Setembro de 2010 ..................
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FNE quer ajustamentos em mega-agrupamentos escolares e diálogo no processo

FNE - Quinta, 09/09/2010 - 10:15
A Federação Nacional da Educação pretende ver ajustamentos nos agrupamentos escolares que resultaram de fusões “mal preparadas, sem diálogo com as famílias e autarquias e sem fundamentação científica”, disse hoje à Lusa o secretário geral da FNE.No final do primeiro dia de trabalhos do Secretariado Nacional da FNE, João Dias da Silva revelou que este foi um dos principais constrangimentos ao arranque do ano escolar identificados pela estrutura, que prossegue na quinta feira a reunião.João Dias da Silva frisou que se chegou ao primeiro dia do ano letivo com famílias a desconhecer a solução para a escola dos filhos e que não está provado cientificamente o benefício de um grande agrupamento.Pelo contrário, diz, “até está provado que unidades organizacionais excessivas não são favoráveis aos resultados escolares dos alunos”.“Há investigação científica que está a fazer até com que, em muitos países onde havia grandes unidades organizacionais, essas estejam a ser transformadas em pequenas unidades, porque essa situação conduz a uma melhor qualidade e maior proximidade na relação pedagógica dos docentes com os alunos”, disse.A FNE pretende que o Ministério da Educação “tenha capacidade de recuar nas situações que forem mais gravosas” e que acompanhe o processo de forma aberta para, caso se verifique que a solução determinada não é a mais adequada, “possa vir a encontrar soluções no futuro”, num quadro de “diálogo com as famílias e as autarquias”.O Secretariado Nacional analisou também hoje documentos de preparação do congresso, a realizar a 23 e 24 de Outubro em Aveiro, bem como a defesa de uma revisão do regime de administração das escolas, considerando necessário alterar a forma de constituição do Conselho Pedagógico.“Deve ser constituído por coordenadores de Departamento Curricular que sejam eleitos pelos professores, salvaguardando a necessidade de terem formação específica”, acrescentou.A FNE quer também uma reformulação dos departamentos curriculares, com um departamento específico para a educação especial.A simplificação administrativa da avaliação de desempenho dos professores foi outro assunto discutido no dia de hoje, tal como a salvaguarda das especificidades do trabalho dos profissionais não docentes nos casos em que houve transferência de competência para as autarquias.Fonte: Lusa
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FNE quer ajustamentos em mega-agrupamentos escolares e diálogo no processo

FNE - Quinta, 09/09/2010 - 10:15
A Federação Nacional da Educação pretende ver ajustamentos nos agrupamentos escolares que resultaram de fusões “mal preparadas, sem diálogo com as famílias e autarquias e sem fundamentação científica”, disse hoje à Lusa o secretário geral da FNE.No final do primeiro dia de trabalhos do Secretariado Nacional da FNE, João Dias da Silva revelou que este foi um dos principais constrangimentos ao arranque do ano escolar identificados pela estrutura, que prossegue na quinta feira a reunião.João Dias da Silva frisou que se chegou ao primeiro dia do ano letivo com famílias a desconhecer a solução para a escola dos filhos e que não está provado cientificamente o benefício de um grande agrupamento.Pelo contrário, diz, “até está provado que unidades organizacionais excessivas não são favoráveis aos resultados escolares dos alunos”.“Há investigação científica que está a fazer até com que, em muitos países onde havia grandes unidades organizacionais, essas estejam a ser transformadas em pequenas unidades, porque essa situação conduz a uma melhor qualidade e maior proximidade na relação pedagógica dos docentes com os alunos”, disse.A FNE pretende que o Ministério da Educação “tenha capacidade de recuar nas situações que forem mais gravosas” e que acompanhe o processo de forma aberta para, caso se verifique que a solução determinada não é a mais adequada, “possa vir a encontrar soluções no futuro”, num quadro de “diálogo com as famílias e as autarquias”.O Secretariado Nacional analisou também hoje documentos de preparação do congresso, a realizar a 23 e 24 de Outubro em Aveiro, bem como a defesa de uma revisão do regime de administração das escolas, considerando necessário alterar a forma de constituição do Conselho Pedagógico.“Deve ser constituído por coordenadores de Departamento Curricular que sejam eleitos pelos professores, salvaguardando a necessidade de terem formação específica”, acrescentou.A FNE quer também uma reformulação dos departamentos curriculares, com um departamento específico para a educação especial.A simplificação administrativa da avaliação de desempenho dos professores foi outro assunto discutido no dia de hoje, tal como a salvaguarda das especificidades do trabalho dos profissionais não docentes nos casos em que houve transferência de competência para as autarquias.Fonte: Lusa
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OCDE chumba educação portuguesa

FNE - Quinta, 09/09/2010 - 10:12
Portugal é dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) onde o número de pessoas com ensino secundário mais cresceu. Ainda assim, em 2008, continuava a figurar no grupo com indicadores de formação da população mais baixos.O relatório de 2010 Education at a Glance, elaborado pela OCDE, coloca portugal no antepenúltimo lugar no que toca à percentagem da população que completou o ensino secundário e revela uma diminuição no investimento em educação.Os dados demonstram que Portugal investe 11,6 por cento da despesa pública em educação, um valor abaixo da média da OCDE (13%) e mais baixo do que há 15 anos (11,7%).De acordo com o mesmo relatório, no conjunto dos países da organização a procura de uma melhor educação apresentou "pequenos sinais de abrandamento", apesar de um aumento significativo no número de licenciados. Ter um curso superior não significa no entanto um acesso facilitado ao mercado de trabalho, em 10 por cento dos casos pode mesmo ser uma desvantagem.Os níveis de educação superior aumentaram consideravelmente nos últimos 30 anos. Em quase todos os países, as pessoas com idades entre os 24 e os 34 anos têm qualificações superiores às que estão prestes a deixar o mercado de trabalho (55-64 anos).FONTE: OECD
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Reunião do Secretariado Nacional da FNE

FNE - Terça, 09/07/2010 - 17:00
A próxima Reunião do Secretariado Nacional da FNE decorrerá no dia 8 de Setembro às 11h00m e encerrará dia 9 às 16h00m, em Lisboa no Hotel Barcelona.
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Seminário do CNE

FNE - Terça, 09/07/2010 - 16:59
No dia 10 de Setembro, o CNE promove um Seminário, dedicado à seguinte temática: “Construir a Excelência no Ensino Superior e desenvolver a sua massa crítica”. Este seminário realizar-se-á no Auditório do CNE, com começo previsto para as 09:30h.
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Pré-escolar acima da média da OCDE

FNE - Terça, 09/07/2010 - 13:00
A taxa de crianças no pré-escolar em Portugal superou a média da OCDE em 2008, segundo um relatório hoje, terça-feira, divulgado que, para o Ministério da Educação, revela os resultados do "esforço do Governo e das autarquias" na expansão da rede escolar.Em comunicado citado pela Lusa, o Ministério da Educação (ME) destaca que Portugal conseguiu ultrapassar a média dos países da OCDE no que diz respeito à frequência do Ensino Pré-escolar, com "72,3% das crianças com idades compreendidas entre os 3 e os 4 anos inscritas em estabelecimentos de Educação Pré-escolar, valor superior aos 71,5% da OCDE"."O resultado alcançado por Portugal beneficia do esforço do Governo e das autarquias na expansão da rede da educação pré-escolar, condição fundamental para o estabelecimento de igualdade de oportunidades no acesso à educação", lê-se no comunicado.Na opinião do ME, o relatório "Education at a Glance 2010" "confirma mais uma vez o aumento do número de alunos em Portugal", apontando que "a percentagem de jovens matriculados, entre os 15 e os 19 anos, atingiu, pela primeira vez, a média da OCDE", com a média nacional a situar-se nos 81%."Entre 1995 e 2008, a taxa de jovens matriculados no sistema de ensino subiu 13 pontos percentuais, dos quais oito nos últimos dois anos. A subida verificada reflecte a aposta na expansão e diversificação das vias profissionalizantes e o combate ao insucesso e ao abandono escolares", lembra a tutela.Por outro lado, o ME sublinha também que o relatório "realça a extraordinária evolução de Portugal" no que diz respeito à população com o Ensino Secundário, uma vez que "47% dos portugueses com idades compreendidas entre os 25 e os 34 anos têm como escolaridade mínima o ensino secundário, mais 3 pontos percentuais do que no ano anterior (2007)".Para o Ministério, outro dado importante é que o relatório mostra que as turmas em Portugal são menores do que a média dos países da OCDE, apontando que "nos primeiros seis anos de escolaridade, a dimensão das turmas é de 18,6 alunos", contra os 21,6 alunos da média da OCDE.Vantagem que também se verifica no terceiro ciclo do Ensino Básico, onde, em Portugal, as turmas rondam os 22,2 alunos, enquanto a média da OCDE chega aos 23,7 alunos.Também no que se refere ao número de alunos por professor, o ME lembra que "é dos mais baixos dos países da OCDE", defendendo que "nos primeiros seis anos de escolaridade o número de alunos por professor é de 11,3", contra os 16,4 para a média da OCDE."No terceiro ciclo do Ensino Básico, a relação é de 8,1 alunos por professor, enquanto nos países da OCDE a média se situa nos 13,7", aponta a tutela, acrescentando que "no Ensino Secundário, o número de alunos por professor é de 7,3, valor muito distante da média dos países da OCDE (13,5)".FONTE: JORNAL DE NOTÍCIAS
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Pré-escolar acima da média da OCDE

FNE - Terça, 09/07/2010 - 12:59
A taxa de crianças no pré-escolar em Portugal superou a média da OCDE em 2008, segundo um relatório hoje, terça-feira, divulgado que, para o Ministério da Educação, revela os resultados do "esforço do Governo e das autarquias" na expansão da rede escolar.Em comunicado citado pela Lusa, o Ministério da Educação (ME) destaca que Portugal conseguiu ultrapassar a média dos países da OCDE no que diz respeito à frequência do Ensino Pré-escolar, com "72,3% das crianças com idades compreendidas entre os 3 e os 4 anos inscritas em estabelecimentos de Educação Pré-escolar, valor superior aos 71,5% da OCDE"."O resultado alcançado por Portugal beneficia do esforço do Governo e das autarquias na expansão da rede da educação pré-escolar, condição fundamental para o estabelecimento de igualdade de oportunidades no acesso à educação", lê-se no comunicado.Na opinião do ME, o relatório "Education at a Glance 2010" "confirma mais uma vez o aumento do número de alunos em Portugal", apontando que "a percentagem de jovens matriculados, entre os 15 e os 19 anos, atingiu, pela primeira vez, a média da OCDE", com a média nacional a situar-se nos 81%."Entre 1995 e 2008, a taxa de jovens matriculados no sistema de ensino subiu 13 pontos percentuais, dos quais oito nos últimos dois anos. A subida verificada reflecte a aposta na expansão e diversificação das vias profissionalizantes e o combate ao insucesso e ao abandono escolares", lembra a tutela.Por outro lado, o ME sublinha também que o relatório "realça a extraordinária evolução de Portugal" no que diz respeito à população com o Ensino Secundário, uma vez que "47% dos portugueses com idades compreendidas entre os 25 e os 34 anos têm como escolaridade mínima o ensino secundário, mais 3 pontos percentuais do que no ano anterior (2007)".Para o Ministério, outro dado importante é que o relatório mostra que as turmas em Portugal são menores do que a média dos países da OCDE, apontando que "nos primeiros seis anos de escolaridade, a dimensão das turmas é de 18,6 alunos", contra os 21,6 alunos da média da OCDE.Vantagem que também se verifica no terceiro ciclo do Ensino Básico, onde, em Portugal, as turmas rondam os 22,2 alunos, enquanto a média da OCDE chega aos 23,7 alunos.Também no que se refere ao número de alunos por professor, o ME lembra que "é dos mais baixos dos países da OCDE", defendendo que "nos primeiros seis anos de escolaridade o número de alunos por professor é de 11,3", contra os 16,4 para a média da OCDE."No terceiro ciclo do Ensino Básico, a relação é de 8,1 alunos por professor, enquanto nos países da OCDE a média se situa nos 13,7", aponta a tutela, acrescentando que "no Ensino Secundário, o número de alunos por professor é de 7,3, valor muito distante da média dos países da OCDE (13,5)".FONTE: JORNAL DE NOTÍCIAS
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OCDE chumba educação portuguesa

FNE - Terça, 09/07/2010 - 12:49
Portugal é dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) onde o número de pessoas com ensino secundário mais cresceu. Ainda assim, em 2008, continuava a figurar no grupo com indicadores de formação da população mais baixos.O relatório de 2010 Education at a Glance, elaborado pela OCDE, coloca portugal no antepenúltimo lugar no que toca à percentagem da população que completou o ensino secundário e revela uma diminuição no investimento em educação.Os dados demonstram que Portugal investe 11,6 por cento da despesa pública em educação, um valor abaixo da média da OCDE (13%) e mais baixo do que há 15 anos (11,7%).De acordo com o mesmo relatório, no conjunto dos países da organização a procura de uma melhor educação apresentou "pequenos sinais de abrandamento", apesar de um aumento significativo no número de licenciados. Ter um curso superior não significa no entanto um acesso facilitado ao mercado de trabalho, em 10 por cento dos casos pode mesmo ser uma desvantagem.Os níveis de educação superior aumentaram consideravelmente nos últimos 30 anos. Em quase todos os países, as pessoas com idades entre os 24 e os 34 anos têm qualificações superiores às que estão prestes a deixar o mercado de trabalho (55-64 anos).FONTE: OECD
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Sindicatos vão estar atentos a avaliação, contratos a prazo e mega-agrupamentos

FNE - Terça, 09/07/2010 - 12:41
A aplicação do novo modelo de avaliação dos professores, a defesa de um concurso extraordinário em 2011, as alterações curriculares e os novos “mega-agrupamentos” estarão sob a mira dos sindicatos da educação durante o próximo ano letivo.“É fundamental que este ano letivo seja marcado pela estabilidade nas políticas educativas, mas também pela reformulação de políticas erradas”, disse à agência Lusa o secretário geral da Federação Nacional da Educação (FNE), João Dias da Silva.Reformulação na qual a FNE quer ver o envolvimento de todos os atores sociais, “particularmente os que estão mais ligados à área da educação”.Neste contexto, está a revisão curricular dos ensinos básico e secundário e a consequente alteração dos conteúdos programáticos de várias disciplinas.A FNE considera fundamental que o próximo ano letivo, que arranca na quarta feira, fique marcado pela realização de um concurso extraordinário de professores que permita “corrigir injustiças” e “acabar ou limitar as margens de instabilidade que têm marcado o sistema educativo, com aquilo que tem sido o uso excessivo de professores contratados”.A FNE espera ainda ver o ano marcado pelo aumento da oferta da educação pré-escolar, também para as crianças com menos de três anos de idade, “limitando-se o acesso a amas e pondo à disposição das famílias profissionais de educação pré-escolar”.“Queremos também que haja crescimento das condições de exigência e rigor nas certificações escolares e profissionais”, afirmou Dias da Silva, considerando fundamental que da parte dos ministérios da Educação e do Trabalho existam mecanismos que “garantam altas qualificações” ao nível escolar e profissional para quem as procura, sejam jovens ou adultos “à procura de uma segunda oportunidade”.A FNE vai reunir nos dias 08 e 09 o secretariado nacional, em Lisboa, para identificar ações a realizar no primeiro período.Fonte: Lusa
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Comunicado da FNE 7/09/2010

FNE - Terça, 09/07/2010 - 12:21
Irá decorrer uma reunião ordinária do Secretariado Nacional Provisório da FNE, nos próximos dias 8 e 9 de Setembro de 2010. Os trabalhos iniciar-se-ão às 11h00m do dia 8 de Setembro, com encerramento previsto para as 16h00m, do dia 9 de Setembro. Esta reunião terá lugar em Lisboa, no Hotel Barcelona, sito na Rua Laura Alves, nº 10.A Ordem de Trabalhos prevista irá focalizar-se na preparação do próximo Congresso da FNE, a realizar no próximo mês de Outubro. Assim, irão ser apresentadas, discutidas e devidamente trabalhadas, as seguintes propostas de: relatório de actividades, de revisão estatutária e de planificação da acção sindical, ambas a apresentar ao Congresso. Será ainda realizada uma apreciação à actual situação político-sindical.Porto, 7 de Setembro de 2010O Departamento de Informação da FNE
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SAUDAÇÃO DE INÍCIO DE ANO LECTIVO

FNE - Terça, 09/07/2010 - 12:17
   Saudação de Início de Ano Lectivo [ PDF ]No início de mais um ano lectivo, a FNE saúda todas e todos os Trabalhadores que nas mais variadas funções, docentes, não docentes e de apoio  às escolas, públicas e privadas, de todos os graus e sectores de ensino, e que são imprescindíveis ao nosso sistema educativo, respondem com empenhamento às exigências de uma educação de qualidade.A todos e a todas exprimimos votos sinceros de que seja possível realizarem as suas responsabilidades profissionais com sucesso.Da nossa parte, da parte da FNE e dos seus sindicatos membros, assumimos o compromisso de, pelas mais diversas formas, procurarmos assegurar a todas e todos quantos precisarem o apoio individualizado em relação a qualquer situação de injustiça. Empenharemos também todos os nossos esforços para que se assegure que, nas mais variadas circunstâncias, possamos contribuir para a determinação de legislação e enquadramento que reconheça, dignifique e valorize todas e todos os profissionais da educação.É nosso entendimento que é fundamental que se defina um sistema educativo em que os portugueses tenham confiança e que dê aos seus profissionais segurança e estabilidade, eliminando todas as circunstâncias em que estes não se vejam reconhecidos e em que não se sintam em segurança.Deste modo, é, mais uma vez, nosso objectivo valorizar os profissionais da educação, eliminar as situações de instabilidade e precariedade, reconhecer em relação a cada um e cada uma o respeito pelos papéis profissionais que lhes estão atribuídos. Em relação a tudo isto, não esmoreceremos e não teremos dúvidas.Um bom ano lectivo de 2010-2011.Secretário-Geral João Dias da Silva
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Reunião de Presidentes dos Sindicatos

FNE - Terça, 09/07/2010 - 11:06
Dia 7 de Setembro, pelas 17h:00m, haverá em Lisboa, no Hotel Barcelona, uma Reunião de Presidentes dos Sindicatos associados à FNE.
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Sindicatos vão estar atentos a avaliação, contratos a prazo e mega-agrupamentos

FNE - Segunda, 09/06/2010 - 10:42
A aplicação do novo modelo de avaliação dos professores, a defesa de um concurso extraordinário em 2011, as alterações curriculares e os novos “mega-agrupamentos” estarão sob a mira dos sindicatos da educação durante o próximo ano letivo.“É fundamental que este ano letivo seja marcado pela estabilidade nas políticas educativas, mas também pela reformulação de políticas erradas”, disse à agência Lusa o secretário geral da Federação Nacional da Educação (FNE), João Dias da Silva.Reformulação na qual a FNE quer ver o envolvimento de todos os atores sociais, “particularmente os que estão mais ligados à área da educação”.Neste contexto, está a revisão curricular dos ensinos básico e secundário e a consequente alteração dos conteúdos programáticos de várias disciplinas.A FNE considera fundamental que o próximo ano letivo, que arranca na quarta feira, fique marcado pela realização de um concurso extraordinário de professores que permita “corrigir injustiças” e “acabar ou limitar as margens de instabilidade que têm marcado o sistema educativo, com aquilo que tem sido o uso excessivo de professores contratados”.A FNE espera ainda ver o ano marcado pelo aumento da oferta da educação pré-escolar, também para as crianças com menos de três anos de idade, “limitando-se o acesso a amas e pondo à disposição das famílias profissionais de educação pré-escolar”.“Queremos também que haja crescimento das condições de exigência e rigor nas certificações escolares e profissionais”, afirmou Dias da Silva, considerando fundamental que da parte dos ministérios da Educação e do Trabalho existam mecanismos que “garantam altas qualificações” ao nível escolar e profissional para quem as procura, sejam jovens ou adultos “à procura de uma segunda oportunidade”.A FNE vai reunir nos dias 08 e 09 o secretariado nacional, em Lisboa, para identificar ações a realizar no primeiro período.Fonte: Lusa
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Contratações de professores revelam sistema precário e instável

FNE - Segunda, 09/06/2010 - 10:35
Os principais sindicatos de professores consideram que os números das contratações revelam um sistema educativo “precário e instável” e esperam que o concurso extraordinário de 2011 seja a "solução" para este problema.O Ministério da Educação (ME) divulgou hoje as listas de colocação de professores contratados e cujo contrato foi renovado.A Federação Nacional de Educação (FNE) acredita que a solução para o problema da “instabilidade e precariedade” do sistema educativo passa pela realização deste concurso extraordinário de contratação de professores, que vai permitir “que abram lugares de quadro correspondentes àquilo que são necessidades permanentes do sistema educativo”.Para João Dias da Silva, secretário geral da FNE, “não faz sentido que milhares de professores, que são sistematicamente necessários ao sistema educativo e em que as escolas confiam tanto que até lhes proporcionam a sua recondução, estejam sujeitos à impossibilidade de progressão na carreira e não tenham uma estabilidade que lhes daria um regime de contrato sem termo”.“Há ainda a verificação de que, ao longo do ano, vai haver necessidade de substituir professores, quer porque alguns vão para aposentação, quer porque outros ficarão doentes e isto significa sempre uma situação de dificuldade para as escolas”, acrescenta.Esta situação, continua o sindicalista da FNE, “poderia ser evitada se, em cada agrupamento de escolas, houvesse uma bolsa de professores, quer para as substituições temporárias, quer para o desenvolvimento de mecanismos de apoio à promoção do sucesso educativo”.Fonte: Lusa
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Alteração ao Estatuto do Aluno

FNE - Segunda, 09/06/2010 - 10:09
Diário da República 1ª Série - Nº 171 - 2 de Setembro de 2010 PDF
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FNE e UGT reúnem com ME

FNE - Segunda, 09/06/2010 - 10:07
Uma delegação que integra o Secretário-Geral da UGT João Proença, e o Secretário-Geral da FNE reúnem no dia 6 de Setembro pelas 15h:00m com a Ministra da Educação, para analisarem problemas relacionados com a abertura do novo ano lectivo.
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FNE - Quinta, 09/02/2010 - 12:40
Colega, As novas tecnologias estão todos os dias a dar-nos novas ferramentas que devemos colocar à nossa disposição. Sendo a informação actualizada e permanente da actividade que a FNE desenvolve uma das nossas preocupações. Nele se procura dar informação permanente das diversas participações da FNE, servindo ainda para assinalar a publicação de comentários acerca da política educativa. Inscreve-te! http://twitter.com/fneduca (FNE) http://twitter.com/joaodiasdasilva (João Dias da Silva)  
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FNE - Quinta, 09/02/2010 - 12:38
Colega, As novas tecnologias estão todos os dias a dar-nos novas ferramentas que devemos colocar à nossa disposição. Sendo a informação actualizada e permanente da actividade que a FNE desenvolve uma das nossas preocupações. Nele se procura dar informação permanente das diversas participações da FNE, servindo ainda para assinalar a publicação de comentários acerca da política educativa. Inscreve-te! http://www.facebook.com/fneduca (FNE) http://www.facebook.com/jdiasdasilva (João Dias da Silva)  
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Creditos Joao Ferrand ; Joao Melo ; Tiago Rodrigues